GHOST CAM estreia em janeiro no PC e Meta VR
Ghost Cam chega em 19 de janeiro de 2026 com terror psicológico, investigação paranormal e imersão total em PC e Meta VR
O gênero de terror nos videogames vive um renascimento constante, buscando sempre novas formas de assustar além do simples jump scare. Agora, a desenvolvedora independente Arch Rebels, sediada em Perth (Austrália), acaba de confirmar a data para sua mais nova aposta no horror psicológico: GHOST CAM chegará oficialmente ao Steam e aos headsets Meta VR no dia 19 de janeiro de 2026.
O anúncio foi feito durante o prestigiado “Women-Led Games Showcase: The Game Awards Edition” neste dia 10 de dezembro, consolidando o título como um dos indies mais aguardados do início do ano. Mas o que faz de GHOST CAM algo mais do que apenas “outro jogo de caçar fantasmas”? A resposta está em sua atmosfera singular e na sua mecânica de não-combate.

O visual estranho e irresistível de Ghost Cam
Se existe algo que faz Ghost Cam se destacar imediatamente é sua estética completamente fora da curva. A combinação de ambientes liminais, memórias borradas e a vibe “haunted horse girl” cria uma identidade visual que bate forte para quem gosta de horror diferente do padrão. A cada ambiente revelado, o jogo reforça a sensação de estar preso entre o familiar e o surreal, com estábulos abandonados, lembranças distorcidas e corredores onde tudo parece vivo e esperando para reagir a você.
Esse estilo estranho, quase onírico, encaixa perfeitamente no gosto do público geek que adora teorizar sobre símbolos, referências e camadas narrativas escondidas. Nada aqui é gratuito e tudo parece contar uma história.
A câmera não é só ferramenta, é o coração da jogabilidade
Enquanto muitos jogos de terror preferem armas, lanternas turbinadas ou poderes sobrenaturais, Ghost Cam entrega algo bem mais sutil e mais desconfortável. O jogador controla um fotógrafo paranormal que só pode contar com uma câmera ao estilo Polaroid para interagir com o desconhecido. Ela revela rastros espirituais, descobre pistas camufladas no cenário e ativa pequenos quebra-cabeças que funcionam como portas para a próxima parte desse labirinto sobrenatural.
A cada clique, existe a chance de encontrar algo que não deveria estar ali. E isso por si só já cria tensão mais do que suficiente.

Espíritos que observam, ajudam e assustam de verdade
O trailer reforça que os espíritos de Ghost Cam não seguem um comportamento padrão. Alguns aparecem como figuras passivas que apenas observam à distância. Outros surgem para orientar ou revelar caminhos escondidos. E existem aqueles que transformam a exploração em uma corrida silenciosa contra algo que não quer que você continue.
Essa variedade deixa cada sessão imprevisível, já que o jogador nunca sabe qual tipo de entidade está prestes a cruzar o caminho. E essa incerteza é uma das maiores armas do jogo para construir tensão sem recorrer aos sustos fáceis.
Um mundo que muda conforme suas escolhas
O sistema de Ghost Hunter Ranking deixa claro que o jogo valoriza comportamento e atenção. Cada decisão, interação e fotografia influencia o rumo da história, libera caminhos alternativos e abre portas para finais diferentes. Isso dá ao jogo uma camada extra de profundidade, estimulando o jogador a voltar para descobrir novos fragmentos de história e entender o que realmente está por trás de todos esses ambientes mutáveis.

VR como imersão total, sem esquecer quem joga na tela
Mesmo com um foco evidente no VR, Ghost Cam não deixa de lado quem prefere jogar no PC de forma tradicional. A narrativa, os puzzles e a atmosfera opressora continuam funcionando muito bem fora da realidade virtual, mantendo o ritmo e a tensão. Para quem joga com headset, a proposta fica ainda mais intensa, já que o mundo liminal envol
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